terça-feira, 29 de dezembro de 2015

Wedding

Siiiim, caros amigos(as)!

Depois de três meses, aproveitando as férias do trabalho por conta dos festejos de fim de ano, eu estou fazendo a postagem que prometi na última vez que atualizei aqui:
O MEU CASAMENTO!

Vivaaaa!!!

Dois anos atrás, eu fiz a postagem do nosso Noivado (Betrothal), e de lá pra cá muita coisa aconteceu enquanto fazíamos os preparativos. Algumas delas foram assunto aqui no blog, mas muito mais coisas não foram escritas, claro. Uma delas (eu acho) foi a trajetória da construção da nossa casa!

Desde que comecei a trabalhar aos 16 anos, orientado pelos meus pais, eu e meu irmão investimos em um terreno. Inicialmente, como participávamos do projeto Menor Aprendiz pela Guarda Mirim de Arapongas (onde estávamos entre os 25 primeiros alunos do curso que estavam implantando (isso foi em 2002)), ganhávamos R$ 100,00 trabalhando meio período (na época era um dinheirão!) e juntando um pouquinho do salário de cada um e com a ajuda dos meus pais, pagávamos um terreno no Jardim Santa Alice. Depois, quando finalizaram os contratos, vendemos o terreno e cada um comprou outro em outro lugar na cidade. Trabalhando em período integral e recebendo um salário melhor e em outras empresas, pudemos ir pagando os terrenos e ainda assim utilizando o salário para outras coisas, claro.

Mas quando meu irmão faleceu em março de 2012, o meu terreno já estava para ser quitado, e o dele ainda faltavam dois anos. Meu pai pagou um ano e eu o outro, já que decidimos vender o meu terreno (já quitado nesse altura do campeonato, e eu de volta com a Rafaela) e com o dinheiro, construir no terreno que era dele e que agora estava no meu nome. Enfim... Em Junho de 2014, na semana do meu aniversário (anotem aí pra me dar presentes: 13 de junho), o pedreiro começou a trabalhar!

Como casaríamos em 15 meses, ficamos ‘tranquilos’ com a construção, que justo no começo da obra, em alguns dias o trabalho era interrompido às 16:00 horas por causa da Copa do Mundo! E por uma coisa ou outra também, a obra ia um pouquinho devagar, mas em Janeiro / Fevereiro ela ficou pronta! Aí vieram a parte da pintura, piso laminado e outras coisas. Enquanto isso, corríamos com a compra de enxoval, convites, convidar padrinhos, familiares e amigos.

Muita coisa estava na casa da Rafaela, e algumas coisas na minha casa também. Mas chegou um momento em que a casa já estava pronta de mais para ficar vazia, e nossas casas cheias de mais para ficar abarrotadas como que já tínhamos e eu tive que me mudar para a casa nova cerca de um mês antes do Grande Dia.

E este dia, bom... Ele chegou! É só marcar que chega!

Na casa dos nossos pais e de alguns familiares já tínhamos parentes de outros estados há alguns dias. E naquela semana tinha feito um calorão. Mas nas vésperas e no dia: chuva e friozinho! Infelizmente, por causa da chuva que tinha caído mais cedo e certamente cairia mais tarde, algumas pessoas não puderam ir.

Nosso Casamento civil foi no dia 23 de Setembro, e o religioso na Comunidade São Judas Tadeu da Paróquia São Francisco de Assis (que está em reforma, e nosso casamento foi transferido de local) no dia 26 de Setembro. A Igreja é nova e muito bonita e aconchegante. Ela ficou cheia e olha que nem todo mundo que chamamos acabou indo, infelizmente. (E não conseguimos / pudemos chamar todos que queríamos também (como é DIFÍCIL fazer a lista de convidados...))

Antes da cerimônia, na Igreja, eu fui cumprimentando as pessoas que estavam lá e as que iam chegando. Eu estava bem calmo até a hora que cheguei lá. Aí minhas mãos tremiam, o coração estava acelerado, mas estava de boa. Quando começou a cerimônia, eu estava bem alerta e consegui prestar atenção em tudo, bem como eu queria e tinha medo de não conseguir. Todos estávamos muito felizes, claro. Mas ansiosos por ver a Noiva.

Aí ela foi anunciada e começou a Marcha Nupcial. Quando ela entrou... Cara... Eu fiquei sem reação. Ela estava mais linda do que eu imaginava que estaria! E não é papo de marido apaixonado! É sério! Hahahahaha. (E logicamente, EU também estava bem lindão! Hehehehe.)

Foi tudo muito lindo. Em especial podemos destacar a seriedade, beleza e encanto com que o Miguel e Alice mostraram ao levar as Alianças e o Miguel e a Duda ao levarem as rosas. Que coisa linda de Deus!  ^v^

Foi um momento todo especial e sem dúvida vou me lembrar de tudo por muitos anos.
E três dias atrás completamos três meses de casados. É uma nova realidade que vale a pena. É claro que como pessoas diferentes que de repente estão sob o mesmo teto dividindo tudo, é normal que haja umas faíscas de vez em quando, mas é normal. Nada que com diálogo e (muita) paciência não seja ajustado. Afinal, que casal não tem esse tipo de coisa?

Falei bastante, mas ainda há muito a ser falado. Hahahaha. Mas por hoje está bom.

É mesmo muito bom poder compartilhar aqui também este momento especial. Quem acompanha o blog a mais tempo (ou me conhece de perto) sabe quanta coisa passei até este momento. E é uma pena muito grande que algumas pessoas que eu queria muito que estivessem comigo nesta hora não puderam, não tinham como ou não conseguimos encontrar para entregar o convite.

Um forte abraço a todos, e fiquem com Deus!

Viva os noivos!!

quarta-feira, 2 de setembro de 2015

8 Years

♫ Parabéns pra você, blog querido que tenho, muitas coisas pra escrever, poucas postagens que fiz! ♪
E o Tenshi Arena completou OITO ANOOOOOOOOSSSSssss...!!!!
Puxa vida! Como o tempo passa rápido! Parece que foi ontem que comecei a escrever blogs junto com o Vagner no Weblogger. Hehehehe. E já faz oito que abandonamos este e viemos para o Blogspot. Andei relendo algumas postagens antigas e quanta coisa eu já escrevi aqui, hein! Alegrias, medos, surpresas, vitórias, lágrimas, canções, brigas, pensamentos, relacionamentos, imaginações, e tantas outras coisas...
Às vezes eu penso que escrevi isso tudo para nada nem ninguém, mas sei que em algum momento, alguma postagem minha serviu para outras pessoas. Sei disso porque já me disseram há alguns anos. Mas o mais importante é que este blog (e os outros que criei (e abandonei) ao longo do tempo) serviu e servem para desabafar com calma o que às vezes não consigo conversar pessoalmente. E isso é muito bom. É um tipo de terapia. E recomendo!
Com esta postagem de hoje já ultrapasso tudo o que postei no ano passado e me igualo ao ano anterior. E pretendo, agora mais do que nunca, usar este espaço como ferramenta de reflexão e contato com os outros. Mesmo que sejam poucos. Estou para entrar em uma nova e importantíssima fase da minha vida e é bom que eu acolha e reúna o que há de melhor em mim para esta etapa que, com a graça de Deus, há de durar toda uma vida!
Sim, estou muito feliz e animado com tudo o que vem por aí!

Pretendo, em algum tempo, assim que as coisas acalmarem, fazer uma postagem com as capas do blog. Nem todo mundo acompanha desde o começo ou nem lembra como já foi essa parte do meu espaço virtual. E vai ser bom pra mim também porque vou poder refletir sobre tudo que passei neste tempo que ‘logo’ vai se tornar uma década! =D

E como podem ver, já temos uma nova capa! Acabei não fazendo a de 6 e 7 anos, mas agora resolvi mudar. Não sei por qual razão, mas desde que comecei a pensar na arte, me veio essa imagem da Terra e do espaço. Quando encontrei esta imagem, não pensei duas vezes e coloquei ela, e gostei. E vocês? Gostaram?

E é isso aí, pessoal!

Um abração pra todos os que já entraram aqui e dedicaram a alguns minutinhos do seu tempo precioso para ler minhas postagens. Meus sinceros agradecimentos. E espero continuar escrevendo e trazendo algo de bom para vocês.

Fiquem com Deus!



Mês que vem tem a postagem MAIS IMPORTANTE de todas! Vem ni mim fim do mês!

quinta-feira, 27 de agosto de 2015

Jurassic World

“Não poupei despesas!”

E realmente não poupou! John Hammond gastou mundos e fundos para desenvolver atrações biológicas tão incríveis que mesmo depois de 20 anos, ainda é capaz de fazer os olhos brilharem e lágrimas correrem! =´)

Escrito por Michael Chrichton em 1990, e transformado em filme por Steven Spielberg em 1993, Jurassic Park é, sem dúvida uma obra prima! Aos sete anos de idade, eu ouvia muita gente falar do filme, via matérias na televisão, e não pude ir ao cinema. E muita gente me deixava aguado para conhecer tudo que podia sobre ele. Até que um belo dia, minha tia trouxe da locadora o filme! Assisti com meu irmão e um primo o filme e eu fiquei muito (absurdamente) encantado com o que vi. Esse primo já tinha assistido e vivia cantando o que ia acontecer no segundo filme (como um dinossauro encontrar o recipiente que Nedry carregava, comer, e dele nascer um super-dinossauro para a sequencia no cinema... Crianças...)
Aquele projeto do parque que vemos ali é algo muito grandioso e incrível! Para quem gosta de dinossauros como eu, que desde criancinha sabia diversos nomes e dados das criaturas, aquele filme era um sonho! E para falar a verdade, ainda hoje, quando assisto eu fico encantado. Mesmo que mostre poucos animais, é tudo muito bonito. (Ok, quando mostra o ‘montão de bosta’ do triceratops não é tão bonito assim.)
Quando saiu o Mundo Perdido em 98, pude eu mesmo buscar na locadora o filme que era ainda mais incrível que o primeiro. Lembro de ficar muito tenso em várias partes dele. E no dia do Oscar, quando este filme estava ao lado de Titanic e MIB, eu cheguei a gravar a cerimonia e assistir várias vezes. Hehehehe.
Em 2001, com Jurassic Park 3, eu até gostei do filme, mas fiquei decepcionado com a derrota do T-Rex e com o filme não ter 2 horas de duração como os outros dois. Sem contar com os velociraptors com penas, e outras coisas estranhas.
Sempre ouvimos e lemos na internet sobre os projetos sobre o Jurassic Park IV. Que passava por retornos da Dra. Satler, a dinossauros usados em guerra com armas no corpo. Muita coisa estranha, sem dúvida! E só boatos... Até que de repente...
Começaram a ser divulgadas notas reais sobre um novo filme que contava agora com o nome de ‘Jurassic World’ e mantinha o T-Rex como símbolo! Que lindo! E depois de ver diversas vezes os trailers e aguardar ansiosamente pela estréia em 11 de junho, eu finalmente pude ver na tela grande os dinossauros do Jurassic Park!!!
Fui muito feliz ao poder assistir o filme com minha noiva e minha sogra justamente no dia do meu aniversário. Hehehe. Gostei muito, muito mesmo do filme, e por algumas semanas eu fiquei com tudo na cabeça. Hahaha. E puxa, como foi emocionante ver o filme em 3D naquela tela gigantesca! E sem dúvida, eu chorei, vibrei e me emocionei com o filme. E com todas aquelas referencias e músicas do 1º filme, então! Eu chorava só de ver essas coisas. Hahahaha.

Bom, assim que eu conseguir um tempo, quero pegar os dois livros que deram origem aos filmes e reler com calma. São, é claro, muito melhores do que os filmes, mas estes são adaptações do original, então cada um é especial sem o outro.

Fico por aqui ainda na emoção de ver o parque em funcionamento e com toda aquela avalanche de referencias.

(E aqui entre nós... Que bateria doida é aquela do binóculo de visão noturna que depois de vinte anos ainda funcionava? Cacemba...)


Meus livros e um Velociraptor!

terça-feira, 16 de junho de 2015

Soul of Gold



 “RELÂMPAGO DE PLASMA!!”



Com este grito, o Cavaleiro de Ouro Aiolia de Leão dispara o seu golpe à velocidade da luz! E à velocidade da luz veremos uma nova séria dos Cavaleiros do Zodíaco!

‘Saint Seiya – Soul of Gold’ é mais uma série dos Cavaleiros do Zodíaco, mas que mostra os Cavaleiros de Ouro lutando nas terras gélidas de Asgard onde Seiya e Cia lutaram contra Hilda de Polaris (e contra Durval no segundo dos filmes dos Cavaleiros). A saga acontece logo depois que o Muro das Lamentações é destruído pelo poder unido dos 12 Cavaleiros mais poderosos entre os 88 Guerreiros de Athena. Ao mesmo tempo que eles lutam em Asgard, os Bronze Boys correm para salvar a deusa nos Campos Elíseos na batalha contra Hades.

Quando se viram diante do Muro das Lamentações, Mu de Áries, Aiolia de Leão, Shaka de Virgem, Dohko de Libra e Milo de Escorpião queimaram seus cosmos o mais que podiam, mas nada puderam fazer diante do obstáculo. Nem mesmo as Armas da Armadura de Libra, que destruíram facilmente as Colunas do Templo de Poseidon, nem mesmo arranharam o Muro. Eis que as Armaduras de Touro, Câncer, Sagitário, Capricórnio, Aquário e Peixes deixaram o Santuário de Athena e foram para o submundo diante do Muro das Lamentações.

Sentindo o chamado das outras Armaduras, Kanon sentiu que deveria enviar a Armadura de Gêmeos para junto das outras 11. Enquanto isso, os Cavaleiros que estavam ali, não entendiam o que as Armaduras daqueles que morreram estavam fazendo naquele lugar escuro. Mas elas se fragmentaram como que para vestir alguém. Mas quem? Seus portadores estavam mortos! Mas quando o clarão de um brilho se apagou, os Cavaleiros Aldebaran, Saga, Máscara da Morte, Aiolos, Shura, Kamus e Afrodite estavam vivos novamente e vestidos com suas respectivas Armaduras!

De volta à vida, unidos aos outros Cavaleiros, estava reunidos ali os 12 Cavaleiros de Ouro que poderiam unir seus Cosmos elevados ao máximo e trazer um raio de luz do sol para destruir o Muro das Lamentações! Entregando aos Cavaleiros de Bronze a missão de seguir em frente e salvar Athena, os Cavaleiros de Ouro conseguem destruir o Muro, mas perdem a vida. Restam apenas as Armaduras vazias, mas um grande buraco foi aberto. Seiya e os outros puderam seguir em frente.

Pouco depois, inicia-se Soul of Gold! Aiolia de Leão desperta em uma montanha coberta de neve e pouco depois descobre que está no norte da Europa, em Asgard. O que ele estaria fazendo ali? Quem o trouxe de volta à vida? Entre estes questionamentos, ele conhece Lifya. Uma Asgardiana que acredita que Yggdrasil deve ser destruída! Esta, que é a Árvore da Vida, surgiu em Asgard de maneira ainda misteriosa quando Hilda de Polaris de repente caiu doente e Andreas assumiu seu lugar como representante de Odin. E com ele, sete novos Guerreiros Deuses também foram despertados.

Enquanto enfrenta um deles, de repente surge diante e Aiolia a imagem de Aiolos, seu irmão mais velho, dizendo para se encontrarem em Asgard. E ao elevar seu Cosmo, a Armadura de Leão sofre uma transformação! Tornando-se mais poderosa, eleva o nível dos golpes do Cavaleiro de Ouro, que quase derrota o adversário. Mas ele cai inconsciente e a Armadura volta ao normal.

Enquanto isso, os outros 11 Golds também estão de volta à vida em pontos diferentes de Asgard e aos poucos cada um deles vai aparecendo na trama. Os episódios são lançados a cada duas semanas na meia noite de sexta-feira no Japão (meio dia aqui) e o mundo todo pode ver simultaneamente!! E gratuitamente!!! Aqui, temos duas opções para ver: pelo Daisuki (gratuito para todos) e pelo Crunchyroll (que é pago). Os episódios gratuitos só podem ser vistos até a estreia do episódio seguinte, enquanto no serviço pago, podemos ver qualquer um deles a qualquer hora.

A história gira em torno do Aiolia de Leão que, junto com os outros Cavaleiros, questiona o porquê de ter sido trazido de volta à vida e aos poucos eles vão interagindo entre si e os Asgardianos. E cada um tem um tipo de comportamento: Máscara da Morte e Afrodite não querem saber de lutar e preferem viver tranquilamente em uma vila (e roubaram a cena miticamente no episódio 4), Shaka prefere meditar à lutar sem razão, Mu e Aiolia buscam respostas para algumas questões, Kamus uniu-se a um velho amigo de Asgard e luta ao lado deles contra os outros Golds, e por aí vai.

Estamos às vésperas da estreia do 6º episódio e Aiolos de Sagitário só apareceu em flashbacks, Shura só apareceu no último episódio, Saga apareceu no final do terceiro e começo do quarto para salvar o Milo (na verdade, acho que para buscar respostas em um esconderijo de Guerreiros Deuses) e chutar bundas asgardianas e sumiu. Os outros, aparecem de vez em quando, e infelizmente, Afrodite e Milo foram capturados e não sabemos ainda a razão.

Os Guerreiros Deuses são interessantes. Cada um deles é diferente do outro e sem dúvida teremos grandes batalhas contra eles. E os sete tem Safiras de Odin em suas Robes Divinas. Sem dúvida, serão úteis e a Armadura de Odin certamente será invocada novamente!

Eu particularmente estou gostando MUITO desta saga e quero muito ver como ela vai se encaminhar para o final. No total, são 13 episódios, e há grande possibilidade de termos uma segunda temporada. E para isso, esta primeira tem que ter grande visualização. Mas apenas pelos dois meios oficiais que citei. Apenas por eles os episódios serão levados em conta. Pelo You Tube, por exemplo, não vale. A estréia foi dia 11 de Abril, e terminará no dia 26 de Setembro. Que aliás, será um grande dia por ooooooutro motivo. Hehehehehehe...

Enfim, é uma série que vale muito a pena assistir, especialmente porque o traço é bacana, a história tem ligação com a série clássica (Aldebaran foi lembrado da derrota sofrida pelas mãos de um(dois) Guerreiro Deus, e um dos novos é irmão mais velho de Sigfried de Dhoube), e é uma série que tem como protagonistas o Cavaleiros de Ouro! Quer um motivo mais forte do que esse? =D

Fico por aqui hoje na empolgação e ansiedade do próximo episódio na sexta-feira!

Abraço!





O cartaz de divulgação!



Vejam o hotsite preparado pelo CavZodiaco com links para os episórios clicando aqui: Soul of Gold

terça-feira, 26 de maio de 2015

Saint Seiya and me

Feliz 2015, pessoal! Hahahahaha.

Siiiiiiim, atualizei o blog! Hahahahahaha.

Hoje vamos falar sobre Cavaleiros do Zodíaco na minha vida! (E na próxima postagem, sobre o novo animê que estreou neste mês de abril: Saint Seiya – Soul of Gold!!)

Quem me conhece (muito ou pouco) sabe o quanto Cavaleiros do Zodíaco é importante pra mim e o quanto gosto desta série. Não apenas eu, mas MUITA GENTE. Gente o suficiente para manter um mangá de quase 30 anos ainda tão vivo e vendendo muita coisa. Cloth Myths, DVDs, mangás, camisetas, canecas, jogos e uma porção de outras coisas. E podemos destacar os novos animês que saíram, como o Ômega e Soul of Gold, os jogos que já saíram e estão em produção hoje e com informações à conta-gota, filme do Legend of Sanctuary, mangás de Saintia Shô, e Lost Canvas. Realmente é muito amor por uma série (e para os donos e detentores dos direitos, amor pela grana que tanto torramos).

Eu conheci Cavaleiros em 1994, quando estava passando na Manchete, e gostei de imediato. As lutas, as Armaduras, as Constelações, os golpes, os personagens, tudo me chamou a atenção e eu logo comecei a comprar e ganhar coisas relacionadas. Coisas essas que eu ainda tenho, inclusive! Em 1995, se não me engano, tinha uma os sucos a Spin que tinha figurinhas dos Cavaleiros no verso do envelope. E eu tinha várias delas. Não fosse eu um dia sem querer, ter deixado cair na rua para a minha tristeza, eu teria ainda hoje. E dessas figurinhas, só me restou uma de suco de laranja com o Aiolia de Leão no verso.

Tenho uma revistinha de Mini Passatempo com palavras cruzadas, 7 erros, jogo da sombra, quiz, e outras atividades que estimulavam não apenas a mente da criança, mas o conhecimento do leitor. (Onde inclusive eu descobri que o nome real do Mestre Ancião era Roshi. ERROR!! Na verdade, sabemos hoje que o nome é Dohko. Mas no original japonês, o Shiryu chamava ele de Roshi o tempo todo, que é na verdade Mestre Ancião em japonês, e não o nome dele. Um erro, claro, mas que na época, saber disso era uma coisa mega surpreendente, uma vez que pra ter acesso ao material original, só com muito custo e costa quente, digamos assim.) Tenho revista de pintar, revista pôster (onde pela primeira vez soube que o Seiya escalaria as 12 Casas. E que não me sai da cabeça até hoje o Bronze Boy agarrado nas pedras de uma montanha escalando as 12 Casas, seja lá o que elas fossem. Afinal, eu ainda não tinha visto essa fase, e não fazia ideia do que estava lendo ali.), umas revistinhas que falam sobre os cinco Bronze Boys e outra sobre os quatro primeiros Cavaleiros de Ouro, tenho também os super-posters das figurinhas das Balas Zung, comprei uma revista que vinha com um Seiya articulado de 1 metro de altura (recortávamos as páginas da revista e em cada peça havia uma parte para fazer um corte e em outra o encaixe, que dava a articulação) que eu, empolgado com a luta na Casa de Leão, ‘feri’ o Seiya com a canetinha, marcando o Cavaleiro e a Armadura (com direito à perna quebrada!), e mais um monte de coisas.

Sem contar nos vários cavaleiros da série Die Cast, que tenho e que não vendo de jeito nenhum (perguntaram se eu vendia dias atrás, e já perguntaram se eu não doava, já que eu ‘não brinco mais com eles’). Como para montar as Armaduras nos bonequinhos as peças só encaixavam na frente da perna e dos braços, ficando desprotegido atrás, eu me surpreendi e MUITO quando eu descobri que nos Cloth Myths que estavam laçando, as peças seriam como no animê, cobrindo TODA A PERNA E O BRAÇO!! Eu ficava pensando que os bonecos tão bonitos pela frente ficariam feios de costas, como os outros antigos que tenho. Foi aí que foi feito o lançamento do Sorento de Sirene e descobri que não! Não seria igual! Seria muito melhor e mais acabado! Fiquei super empolgado e com vontade de comprar um pra mim!

Alguns anos depois, estou com três Cloths no meu quarto: Mime de Benetnasch, Saga de Gêmeos e Marin de Águia. São muito bonitos e penso em comprar um quarto, mas por enquanto eu não posso, afinal estou construindo minha casa (graças a Deus), pois vou casar este ano ainda (graças a Deus 2). Então não posso ficar gastando ‘à toa’. Mas que eu vou aumentar a coleção, isso eu vou! 

Por um tempo, eu esqueci de Cavaleiros completamente. Pokémon e outras coisas tomaram o lugar deles, mesmo eu achando impossível na época. E quando saiu o mangá em 2000, eu reacendi o meu Cosmo, e despertei tudo de novo. Mas ainda gostava (gosto) de Pokémon, e já dei o nome de alguns Cavaleiros para Pokémons (no emulador no celular, não vou comprar um Game Boy), como um Onix que eu curti treinar que batizei de Hasgard. Ou as Buterfrees que chamo sempre de Myu, Ekans que chamo de Shina e por aí vai. Hahahahahaha.

Enfim, Cavaleiros me ajudou e muito a formar parte do que sou hoje (descobri que desenhava copiando as figurinhas das balas Zung e dessas revistas todas aí) e sem dúvida vai me ajudar ainda e aos meus filhos que um diiiiiia virão. Hehehehe.

Um forte abraço e uma pergunta: você já sentiu o Cosmo?



Só uma parte da coleção.(Não ouso somar o valor gasto com Cavaleiros e tantas outras coisas porque sei que tenho um carro bom ali convertido em papel. Fato.)